🔵 Maçã mordida
+ Telefones chineses no Quênia + Prêmio para egresso da USP + Como a Anthropic esbarra nas leis brasileiras + A linguagem dos bonobos + Compiladão do Bad Bunny + Um app para vibe coding
Bom dia!
Essa edição da Futuro Explicado está um pouco maior por conta do Bad Bunny (!) e do carnaval. Voltamos regularmente depois da próxima semana!
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Bits 💾
A estratégia da maçã
A Apple parece ter perdido terreno na corrida da inteligência artificial após atrasos na nova geração da Siri e um investimento em infraestrutura muito inferior a concorrentes como Amazon ou Google. A empresa agora procura uma outra rota. Em vez de competir na construção de megadatacenters, aposta no volume de muitos milhões de dispositivos ativos. Essa abordagem elimina custos marginais de computação, reforça a privacidade e beneficia da eficiência energética do equipamento. A pergunta que fica é se a Apple está realmente atrás, ou se só está jogando o jogo de outra forma. Dave Friedman tenta responder nesse artigo.

Tipo importação
A experiência de adquirir um aparelho na Moi Avenue, em Nairobi, revela a centralidade das marcas chinesas no cotidiano urbano e na conexão do Quênia à economia digital global. Esses dispositivos funcionam como infraestrutura essencial para a circulação de dados e dinheiro. Foi por causa de “bugigangas da China” que a economia queniana foi elevada a uma das mais digitalizadas da África, como mostra esse artigo do Rest of World.
No RESUMIDO #351: os feeds organizam sua ansiedade, IA não é mágica, estudantes de cinema não assistem filmes inteiros, vazamento dos Epstein Files vira meme, atletas proibidos de medir o próprio desempenho, anúncio da Anthropic derruba ações na bolsa e muito mais! Escute agora mesmo na sua plataforma de áudio predileta!
Inteligência Artificial
Esperado. O ChatGPT agora terá anúncios [Tech Crunch]
Perigo. Os músicos estão preocupados com os rumos que a adoção da IA levam a indústria fonográfica [Financial Times]
Premiado. Esse egresso da USP ganhou uma premiação internacional por criar uma plataforma de ensino para autistas usando IA [Folha]
Jurídico. Como o acordo de direitos autorais da Anthropic esbarra nas leis brasileiras [Núcleo]
Cartas na mesa. Nova York deve ter duas legislações em paralelo que podem mudar o jogo da IA no estado, uma delas relacionada ao jornalismo [The Verge]
Em primeiro. O Google pode ter ultrapassado a OpenAI na corrida das IA [Folha]
Adivinho. A Forbes vai passar a usar um algoritmo preditivo baseado em IA para entrega de anúncios [Digiday]
Novamente. O ChatGPT romantizou o suicídio de um usuário após usar seu livro de infância predileto para criar uma “carta de despedida” [ARS Technica]
Cultura Digital
Mensagem subliminar. As pessoas estavam procurando significados nos sinais de igual (=) encontrados ao longo dos Epstein File, só que a explicação é outra [Mia.Tech]
Febre. Por que a China efrenta uma onda de vício em boba, aquele chá verde com bolhas, e o que isso tem a ver com um novo app [CNN]
Brincar de casinha. Macacos bonobos podem criar “mundos de faz de conta” [Science]
Ajuda. O governo tem unidades analógicas de apoio a idosos com tecnologia e a busca é altíssima [Convergência Digital]
Coletivo. Esse YouTuber lançou seu filme de terror após contar com a ajuda de seus milhões de inscritos [Variety]
Gambiarra. Esse cara deu um jeito de usar uma antena da Starlink plugada no avião durante um voo [Tilt/Uol]
Customizado. Muito em breve vai ser possível personalizar o feed dos reels do Instagram (mas sem tirar os anúncios) [Engadget]
Abas abertas 📑
Bad Bunny 🐰
Em 2016, Bad Bunny, que era só um jovem trabalhador em Porto Rico, tornou-se um dos artistas mais ouvidos do mundo, venceu o Grammy de álbum do ano com um disco em espanhol. Sua trajetória simboliza uma inflexão na cultura pop americana, cada vez mais multilíngue e aberta a influências globais, como reflete esse artigo do New York Times.
Como foi ser um dos arbustos da apresentação do cantor porto-riquenho. O frila de arbusto do Bad Bunny, aliás, não pagou mal. E para alguns rendeu mais do que apenas a grana. Esse cara gravou a trajetória dele no Halftime Show e ganhou da Strava uma inscrição para a maratona de Nova York.
Bad Bunny esqueceu de mencionar um país latino na apresentação.
O que Lady Gaga pode ter representado.
Uma entrevista com o diretor criativo do espetáculo.
Os caras que invadiram o campo no intervalo do Super Bowl talvez tenham feito a melhor propaganda involuntária dos óculos da Meta.
Tudo sobre a escolha do outfit do cantor.
A influencer “Meio Brasileira” esteve presente na apresentação e trouxe alguns bastidores.
Memes
O que o show do intervalo do Super Bowl tem a ver com a série “Eu, a patroa e as crianças”
Se o Bad Bunny fosse mineiro.
Os canadenses agora são os “snow latinos”.
Utilidades:
Dicas de como usar melhor o Google Chrome.
Conheça o Gizmo, um app para pequenas aplicações de vibe coding.
[Dicas de ler, ver e ouvir]
Direto do episódio dessa semana do RESUMIDO:
O curta “That's AI”
A peça “Job'“
O single “You Bliss” do Nightmares on Wax
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